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Soluções para água e efluentes na construção civil

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Construir um empreendimento envolve uma série de decisões que vão muito além da estrutura, dos acabamentos e do cronograma de execução. O uso da água, o tratamento de efluentes, a infraestrutura sanitária e as condições necessárias para a operação futura também precisam entrar no planejamento.

Esse cuidado pode fazer diferença desde o canteiro de obras até a entrega do empreendimento. Afinal, uma solução definida apenas depois da construção pode exigir adaptações de infraestrutura, ocupar áreas que não estavam previstas no projeto ou aumentar a complexidade da operação.

Por outro lado, quando as necessidades relacionadas à água e aos efluentes são avaliadas desde o início, construtoras e incorporadoras conseguem incorporar as soluções de maneira mais organizada ao empreendimento.

É nesse contexto que tecnologias de tratamento, reúso e aproveitamento de recursos hídricos podem fazer parte do planejamento de novos projetos.

O que precisa ser considerado antes da escolha

Não existe um sistema único que atenda da mesma maneira a todos os empreendimentos.

Um canteiro de obras temporário apresenta necessidades diferentes de um condomínio residencial. Um loteamento possui uma estrutura distinta de um centro comercial. Por isso, antes de definir um equipamento, é necessário entender a realidade do projeto.

Alguns fatores que influenciam essa decisão são:

  • volume de água utilizado;
  • geração e características dos efluentes;
  • finalidade da água tratada;
  • quantidade de pessoas atendidas;
  • espaço disponível para instalação;
  • infraestrutura hidráulica existente;
  • necessidade de automação;
  • condições de operação e manutenção.

Esse diagnóstico ajuda a direcionar a tecnologia para a necessidade real, evitando tanto sistemas insuficientes quanto estruturas maiores ou mais complexas do que o projeto exige.

Água de reúso pode ser planejada desde o projeto

Uma das possibilidades que merece atenção é o aproveitamento de água para usos que não exigem padrão potável.

Em um empreendimento, existem diversas atividades que utilizam água diariamente. Dependendo da aplicação e do tratamento realizado, parte dessa demanda pode ser atendida por água de reúso.

Entre as possibilidades estão atividades como irrigação, limpeza de áreas externas, lavagem de pisos e outras aplicações compatíveis com a qualidade da água produzida pelo sistema.

Essa estratégia pode ser especialmente interessante quando o projeto já prevê a infraestrutura necessária para separar a água potável daquela destinada aos usos não potáveis.

Dessa maneira, o reúso deixa de ser uma adaptação posterior e passa a fazer parte do planejamento hidráulico do empreendimento.

Quatro soluções que podem fazer parte do projeto

A GMAR Ambiental possui diferentes tecnologias para tratamento de água e efluentes. A escolha depende das características de cada empreendimento e da finalidade prevista para o sistema.

A seguir, estão quatro soluções que podem ser avaliadas por construtoras e incorporadoras.

STAC — Sistema de Tratamento de Água de Chuva

O STAC é desenvolvido para o tratamento e reaproveitamento da água da chuva em diferentes tipos de empreendimentos.

A solução utiliza etapas de filtração e desinfecção para preparar a água para aplicações que não exigem consumo humano. Entre os usos indicados pela GMAR estão irrigação de jardins, limpeza de veículos e processos que não demandem água potável.

Para novos empreendimentos, o principal ponto de atenção é a possibilidade de prever a captação, o armazenamento e a distribuição dessa água ainda na fase de projeto.

Entre as características do STAC estão:

  • sistema compacto;
  • instalação rápida;
  • operação simplificada;
  • possibilidade de reúso da água da chuva;
  • diferentes configurações conforme a demanda.

A solução pode ser considerada em condomínios, centros comerciais, empresas e outros empreendimentos que tenham potencial para aproveitamento da água pluvial.

STAC- Sistema de tratamento de água de chuva

ETA CZ UV — Tratamento de águas cinzas

As águas cinzas são provenientes de determinadas atividades de uso doméstico ou predial, como chuveiros e lavatórios. Depois do tratamento adequado, elas podem ser destinadas a aplicações não potáveis compatíveis.

A ETA CZ UV foi desenvolvida pela GMAR para esse tipo de aplicação, utilizando filtração e desinfecção ultravioleta. Segundo a empresa, a solução pode atender usos como descargas sanitárias, irrigação, limpeza de pisos e áreas externas e determinadas aplicações em sistemas de resfriamento.

Para construtoras e incorporadoras, esse tipo de tecnologia pode ser pensado junto ao projeto hidráulico, permitindo estruturar uma rede específica para a água de reúso.

Entre os diferenciais apresentados pela GMAR estão:

  • sistema compacto e modular;
  • baixa necessidade de manutenção;
  • menor consumo de insumos;
  • desinfecção por ultravioleta;
  • possibilidade de aplicação em novos projetos ou sistemas existentes.

Assim, a solução pode ser avaliada principalmente em empreendimentos com consumo significativo de água em atividades que não exigem padrão potável.

eta cz uv

ETAR — Estação de Tratamento de Águas Residuais

A ETAR é uma alternativa para projetos que precisam tratar águas residuais e avaliar a possibilidade de aproveitamento do efluente tratado.

O sistema pode ser utilizado em diferentes aplicações, de acordo com as características do efluente e com a finalidade estabelecida para a água após o tratamento.

Em um empreendimento, isso pode representar uma oportunidade para integrar o tratamento à própria infraestrutura hídrica, principalmente quando existe uma demanda recorrente por água para usos não potáveis.

Entre os recursos apresentados pela GMAR estão:

  • tratamento de águas residuais;
  • remoção de nutrientes;
  • baixa geração de lodo;
  • possibilidade de reúso;
  • configuração adequada às necessidades do projeto.

O ponto fundamental é que a definição do sistema deve considerar a origem do efluente, sua composição, a vazão e a qualidade necessária após o tratamento.

ETAR

ETE Compacta — Estação de Tratamento de Esgoto

A ETE Compacta é voltada ao tratamento de esgoto e pode ser aplicada em diferentes tipos de empreendimentos, incluindo condomínios, centros comerciais, canteiros de obras, alojamentos e outras estruturas.

O processo utiliza tratamento biológico em reatores, com aeração prolongada e sedimentação do lodo. Após o tratamento, o efluente pode ser direcionado para descarte ou, quando previsto e tecnicamente adequado, para reúso.

A configuração compacta é especialmente relevante para projetos em que a área destinada ao sistema de tratamento precisa ser otimizada.

Entre as características da solução estão:

  • pequena área ocupada;
  • operação automatizada;
  • simplicidade operacional;
  • capacidade para diferentes vazões;
  • possibilidade de reúso, conforme configuração do projeto.

A GMAR informa que existem opções com vazões a partir de 1.000 L/h, além de alternativas para maiores demandas.

O espaço precisa entrar na conta

Um dos pontos que podem ser esquecidos durante o planejamento de um empreendimento é a área necessária para os sistemas ambientais.

Reservatórios, tubulações, equipamentos, acessos para manutenção e estruturas complementares precisam ser considerados junto ao restante do projeto.

Isso é ainda mais relevante em terrenos com espaço limitado.

Uma solução compacta pode facilitar a implantação, mas isso não significa que o equipamento possa ser escolhido apenas pelo tamanho. A capacidade necessária, a vazão, as características da água ou do efluente e a finalidade do tratamento continuam sendo determinantes.

Por isso, o ideal é avaliar a solução ambiental em conjunto com o projeto de engenharia.

O sistema precisa funcionar depois da entrega

Outro aspecto importante é pensar além da obra.

Quando um empreendimento é entregue, os sistemas instalados passam a fazer parte da rotina de quem irá administrá-lo. Por isso, operação, manutenção, acesso aos equipamentos e facilidade de acompanhamento precisam ser considerados ainda na fase de projeto.

Uma solução eficiente precisa ser viável não apenas para instalar, mas também para operar.

Isso envolve perguntas práticas:

Quem irá acompanhar o sistema?

A operação exige equipe especializada ou pode ser automatizada?

Como será feita a manutenção?

Existe acesso adequado aos equipamentos e aos componentes que precisam de inspeção?

Qual será a demanda futura?

O sistema foi dimensionado considerando a utilização prevista para o empreendimento?

Existe possibilidade de expansão?

A infraestrutura permite adaptações caso a demanda aumente?

Responder a essas questões antecipadamente pode evitar dificuldades quando o empreendimento entrar em funcionamento.

Eficiência hídrica também pode valorizar o projeto

Soluções para tratamento e reúso não precisam ser vistas apenas como estruturas técnicas escondidas na infraestrutura do empreendimento.

Quando bem planejadas, elas também podem contribuir para uma proposta mais eficiente de utilização dos recursos.

Reduzir a dependência de água potável para determinadas atividades, aproveitar água da chuva ou estruturar o tratamento adequado dos efluentes são medidas que podem fazer parte de projetos voltados a uma operação mais racional.

Para construtoras e incorporadoras, isso também pode agregar valor ao empreendimento, especialmente quando eficiência, sustentabilidade e uso responsável dos recursos fazem parte dos critérios considerados pelos futuros usuários e investidores.

Construir pensando no ciclo completo

Um dos principais ganhos de planejar água e efluentes desde o início é evitar que essas questões sejam tratadas como um problema isolado.

O sistema de tratamento precisa conversar com a infraestrutura hidráulica. O espaço destinado aos equipamentos precisa estar previsto no projeto. A demanda precisa ser calculada. A operação futura precisa ser considerada.

Essa integração torna a solução mais coerente com o empreendimento.

Em vez de simplesmente instalar um equipamento, a construtora ou incorporadora passa a desenvolver uma estrutura pensada para funcionar de maneira adequada durante as diferentes fases do projeto.

A solução certa começa antes da instalação

STAC, ETA CZ UV, ETAR e ETE Compacta atendem necessidades diferentes. Por isso, não se trata de escolher qual equipamento é “melhor”, mas de entender qual tecnologia é compatível com a demanda do empreendimento.

A própria GMAR destaca que seus sistemas podem ser adaptados a diferentes tamanhos e necessidades de projetos, incluindo condomínios, empresas, indústrias e outros empreendimentos.

A análise técnica deve considerar a origem da água ou do efluente, vazão, qualidade necessária, espaço disponível e finalidade do tratamento.

É esse conjunto de informações que permite definir uma solução mais adequada.

Um projeto preparado para a operação

Água e efluentes fazem parte da infraestrutura de qualquer empreendimento. Quando essas demandas são consideradas desde o planejamento, a construção ganha mais previsibilidade e a operação futura pode contar com sistemas dimensionados para sua realidade.

A GMAR Ambiental desenvolve soluções para tratamento de água, tratamento de efluentes e reúso, atendendo diferentes necessidades de construtoras e incorporadoras.

Se sua empresa está desenvolvendo um empreendimento ou avaliando melhorias em uma estrutura existente, conheça as soluções da GMAR Ambiental para construtoras e incorporadoras.

Planejar água e efluentes desde o projeto é transformar uma necessidade operacional em parte da própria estratégia do empreendimento.

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