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Mineração sustentável com menos impactos ambientais

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A mineração movimenta grandes volumes de materiais, equipamentos e recursos ao longo de sua operação. Em meio a essa rotina, a água também ocupa um papel importante, seja nos processos produtivos, na limpeza de áreas ou nas atividades de manutenção.

Por isso, controlar os efluentes gerados pela operação é parte importante da gestão ambiental de uma mina.

Entre os diferentes tipos de efluentes que podem surgir, estão aqueles contaminados por óleos e graxas. Eles podem estar associados, por exemplo, à manutenção de caminhões e máquinas, oficinas, áreas de lavagem e outros pontos de apoio à atividade mineral.

Quando não existe tratamento adequado, esses contaminantes podem chegar ao solo ou aos corpos d’água e aumentar os riscos ambientais da operação.

Nesse contexto, soluções específicas para o tratamento de efluentes oleosos ajudam a criar uma barreira de controle antes que esses resíduos sejam destinados ao meio ambiente.

De onde vêm os efluentes oleosos

A geração de efluentes contaminados por óleo não está necessariamente ligada à etapa de extração do minério. Muitas vezes, ela ocorre nas estruturas que dão suporte à operação.

Oficinas de manutenção, áreas de lavagem de equipamentos, garagens, pátios e locais utilizados para atividades relacionadas a máquinas pesadas podem gerar águas contaminadas por óleos, combustíveis, graxas e sólidos.

Na mineração, esse ponto merece atenção porque caminhões fora de estrada, escavadeiras, pás carregadeiras e outros equipamentos fazem parte da rotina de muitas operações.

A água utilizada na limpeza dessas estruturas pode carregar contaminantes para o sistema de drenagem. Sem uma solução de tratamento adequada, uma atividade operacional relativamente simples pode se transformar em uma fonte de impacto ambiental.

O tratamento precisa considerar o tipo de contaminante

Não existe um único tratamento que seja adequado para todos os efluentes.

Antes de definir uma solução, é necessário entender características como origem do efluente, vazão, concentração de óleo, presença de sólidos e destino previsto para a água tratada.

Essa avaliação é importante porque o sistema precisa ser compatível com a realidade da operação.

No caso de efluentes oleosos, o tratamento busca favorecer a separação dos contaminantes presentes na água e melhorar suas condições para a destinação posterior, de acordo com os critérios aplicáveis ao projeto.

Por isso, mais do que instalar um equipamento, é necessário dimensionar corretamente a solução.

Onde o STEO pode contribuir

O STEO — Sistema de Tratamento de Efluentes Oleosos, da GMAR Ambiental, é uma alternativa voltada justamente para correntes líquidas contaminadas por óleo.

A solução organiza etapas do tratamento para favorecer a remoção de sólidos e óleo e apoiar processos como a floculação.

Para operações de mineração, esse tipo de sistema pode ser considerado em pontos onde existe geração de efluentes oleosos, especialmente em estruturas de apoio à manutenção e limpeza de equipamentos.

A aplicação, entretanto, deve ser definida de acordo com as características do efluente e as necessidades específicas do empreendimento.

STEO – Sistema de tratamento de Efluentes Oleosos

Mais controle nas áreas de manutenção

A manutenção de equipamentos pesados é indispensável para manter uma mina em funcionamento. Ao mesmo tempo, essa atividade pode gerar diferentes resíduos e efluentes que precisam de controle.

Uma estrutura de tratamento adequada permite que a água contaminada seja direcionada para uma etapa específica de tratamento, em vez de depender de soluções improvisadas.

Isso contribui para organizar melhor o fluxo de resíduos líquidos e separar a atividade de manutenção do descarte final.

Na prática, o benefício está em transformar uma fonte potencial de impacto em um processo controlado.

A água também faz parte da eficiência operacional

O controle de efluentes não deve ser analisado apenas pelo aspecto ambiental.

Uma operação que conhece seus pontos de geração, acompanha seus volumes e entende as características de seus efluentes consegue tomar decisões mais precisas sobre tratamento, destinação e uso da água.

Esse controle também pode contribuir para identificar oportunidades de redução de consumo e reaproveitamento, quando tecnicamente viável.

Assim, a gestão da água passa a fazer parte do planejamento da operação, em vez de ficar restrita ao momento do descarte.

Tratamento e conformidade caminham juntos

O lançamento de efluentes precisa observar as condições e padrões estabelecidos pela legislação ambiental aplicável. A Resolução CONAMA nº 430/2011, por exemplo, estabelece condições e padrões de lançamento de efluentes e complementa a Resolução CONAMA nº 357/2005.

Isso significa que a solução adotada para uma operação de mineração precisa considerar não apenas o funcionamento do equipamento, mas também a qualidade do efluente tratado e seu destino.

O atendimento aos requisitos ambientais depende do conjunto formado por projeto, operação, monitoramento e controle.

Por isso, uma tecnologia adequada precisa estar inserida em uma estratégia maior de gestão.

O equipamento certo depende do projeto

Cada operação mineral apresenta características próprias. O tamanho da estrutura, a quantidade de equipamentos, o volume de água utilizado e a composição do efluente podem variar significativamente.

Por esse motivo, não é recomendável escolher um sistema apenas pela capacidade nominal ou por uma aplicação semelhante encontrada em outra empresa.

O dimensionamento deve considerar, entre outros fatores:

  • vazão do efluente;
  • características da água contaminada;
  • concentração de óleo e sólidos;
  • frequência de geração;
  • espaço disponível;
  • destino da água após o tratamento;
  • requisitos ambientais aplicáveis.

Essa análise ajuda a evitar tanto sistemas subdimensionados quanto investimentos superiores ao necessário.

Uma operação mais preparada para seus impactos

A mineração não precisa escolher entre produtividade e responsabilidade ambiental. O caminho está em estruturar processos capazes de conciliar as duas necessidades.

O tratamento de efluentes oleosos é um exemplo disso. Ao controlar a água gerada em oficinas, áreas de lavagem e outras estruturas de apoio, a empresa reduz uma fonte potencial de impacto e passa a ter maior domínio sobre uma etapa importante da operação.

Soluções como o STEO da GMAR Ambiental podem fazer parte dessa estrutura, desde que sejam corretamente dimensionadas para as características de cada projeto.

No final, sustentabilidade na mineração não depende apenas de grandes projetos de recuperação ambiental. Ela também está presente nas decisões do dia a dia, desde a manutenção de um equipamento até a destinação adequada da água utilizada durante a operação.

Quer avaliar uma solução para sua operação? A GMAR Ambiental atua com soluções para mineração, incluindo tratamento de efluentes e gestão de recursos hídricos.

Conheça as soluções da GMAR Ambiental para mineração

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