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Os desafios do saneamento básico no Estado de São Paulo

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O saneamento básico vai muito além de levar água potável à população. É uma questão que envolve a saúde pública e investimentos em pesquisa, desenvolvimento e tecnologia.

O saneamento básico diz respeito a um conjunto de serviços como: abastecimento e distribuição de água à população, coleta e tratamento de esgoto, limpeza e drenagem urbana e o manejo de resíduos sólidos e das águas pluviais, sendo um direito garantido a todo cidadão brasileiro pela Constituição Federal e parte fundamental do desenvolvimento de uma sociedade.

Desenvolver infraestrutura de qualidade em saneamento contribui para diversos aspectos socioeconômicos como saúde pública, preservação do meio ambiente e até mesmo ampliação da educação e da economia de diferentes regiões.

No Brasil – e no Estado de São Paulo – o tema ainda passa por uma série de desafios, que precisam ser superados para ampliar e garantir o acesso integral da população a um saneamento básico de qualidade.

Um panorama da infraestrutura de saneamento do Estado de São Paulo

O Brasil como um todo enfrenta diversos desafios relacionados ao saneamento ambiental, uma vez que tal ponto exige que sejam realizados investimentos de peso em infraestrutura para a construção de sistemas eficientes e capazes de atender toda a população.

No Estado de São Paulo não poderia ser diferente.

O tema foi debatido no “Seminário São Paulo 2030”, realizado pela Folha de S. Paulo, que teve como pauta os principais desafios enfrentados pelo Estado para a ampliação dos serviços de saneamento básico.

O principal ponto levantado diz respeito ao atraso no desenvolvimento de novas tecnologias e investimentos no setor, uma vez que grande parte dos equipamentos que são atualmente utilizados estão datados da época da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945).

Tais equipamentos eram capazes de suprir as necessidades da população, mas passaram a enfrentar grandes problemas relacionados principalmente ao crescimento populacional e de infraestrutura das cidades, que agora contam com demandas maiores e mais exigentes, necessitando de novas tecnologias para suprir tais demandas.

Além da renovação de equipamentos, é preciso ter em mente que toda a estrutura de saneamento precisa considerar os impactos ambientais, visto que a realidade atual do Estado – e do globo como um todo – é de grandes problemas climáticos como o aquecimento global e o desmatamento. Dessa forma, investir em sistemas capazes de tratar efluentes para reaproveitá-los ou descartá-los sem afetar mananciais, lençóis freáticos e outras regiões é fundamental para garantir a preservação ambiental.

A importância do Marco Legal do Saneamento

Estabelecido em 2020, o Marco Legal do Saneamento tem como objetivo estabelecer a meta de que 99% das pessoas tenham acesso à água potável até 2033, e que ao menos 90% contem com sistemas eficientes de coleta e tratamento de esgoto no mesmo período.

A lei é fundamental para o desenvolvimento do setor de saneamento, pois regulamenta e possibilita que investimentos privados sejam realizados, ampliando a capacidade de desenvolvimento de tecnologia e favorecendo principalmente a parte mais carente da população, a qual é também a mais afetada pela falta de saneamento ambiental de qualidade.

O papel da Gmar Ambiental

A Gmar Ambiental é especialista no desenvolvimento de soluções de gestão e tratamento de efluentes, sendo capaz de criar equipamentos compactos e versáteis para tratar corretamente os efluentes domésticos, comerciais e industriais.

Nos preocupamos em proporcionar soluções que sejam ambiental e socialmente responsáveis, capazes de proporcionar ganhos econômicos para a população e que preservam o meio ambiente, atendendo também a todas as legislações vigentes.